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MASP reabre e tem programação de exposições com foco na Dança

Desde o dia 13/10, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) iniciou um retorno gradual a suas atividades que, neste ano, tem como eixo temático as Histórias da Dança. No que diz respeito a programação, o público poderá conferir, até novembro, as exposições: ‘Hélio Oiticica: a dança na minha experiência’, ‘Trisha Brown: coreografar a vida’ e ‘Senga Nengudi: topologias, além do Acervo em Transformação’. A grade de mostras para o segundo semestre de 2020 continua com as individuais de Edgar Degas e Beatriz Milhazes previstas para dezembro.

Na sala de vídeo, as artistas deste ano serão Babette Mangolte, entre outubro e novembro, e Mathilde Rosier, entre novembro e dezembro. A seleção de filmes da cineasta e fotógrafa Mangolte (França, 1941) tem como foco seu interesse pela dança e pelo movimento do corpo, sobretudo dois projetos realizados a partir do trabalho de Yvonne Rainer. A curadoria é de Maria Inês Rodríguez, curadora adjunta de arte moderna e contemporânea no MASP.

Confira mais informações sobre as exposições:

HÉLIO OITICICA: A DANÇA NA MINHA EXPERIÊNCIA

Em cartaz até 22 de novembro
Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico no MASP, e de Tomás Toledo, curador-chefe no museu, a exposição é uma parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). Feita a partir da produção de caráter experimental e radical de Hélio Oiticica (1937-1980), a mostra traça um panorama da trajetória do artista, reunindo 126 trabalhos relacionados ao ritmo, à música e à dança. As versões em português e inglês do catálogo homônimo (R$ 139) estão disponíveis para compra no museu ou pelo email loja@masp.org.br.

TRISHA BROWN: COREOGRAFAR A VIDA

Em cartaz até 15 de novembro
Trata-se da primeira exposição individual dedicada à coreógrafa, dançarina e artista pioneira Trisha Brown (1936-2017) na América do Sul. Com curadoria de André Mesquita, curador no MASP, a mostra reúne um conjunto de 156 obras produzidas entre 1963 e 2005. Brown radicalizou a dança a partir dos anos 1960 de diferentes maneiras, incorporando, por exemplo, movimentos comuns do dia a dia em suas coreografias. Ela também levou o seu trabalho para fora dos palcos, criando peças para telhados, estacionamentos e parques. As versões em português e inglês do catálogo homônimo (R$ 129) estão disponíveis para compra no museu ou pelo email loja@masp.org.br.

SENGA NENGUDI: TOPOLOGIAS

Em cartaz até 15 de novembro
Senga Nengudi (1943) é uma figura central na cena artístico afro-americana de Los Angeles entre os anos 1970 e 1980. Em sua produção, mistura escultura e dança, instalação e performance. A mostra conta com uma seleção de trabalhos que abrangem todo o arco temporal da produção da artista ¬¬–dos anos 1970 aos anos 2010–, além de documentações de performances e registros sobre o contexto em que sua obra se desenvolveu. A exposição é fruto de uma parceria com o museu Lenbachhaus, em Munique. A curadoria é de Stephanie Weber, curadora na instituição alemã, e a apresentação no MASP é curada por Isabella Rjeille, curadora no museu paulistano. A versão em português do catálogo homônimo (R$ 129) está disponível para compra no museu ou pelo email loja@masp.org.br.

Mais informações em masp.org.br/visitasegura e masp.org.br/ingressos

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